Em seis meses, Pronto Socorro estará completamente reestruturado
Rapidez no atendimento, organização dos fluxos e novos serviços marcam as primeiras mudanças no Pronto Socorro Central, no Bairro Boqueirão, que há um mês funciona como parte do Complexo de Saúde Irmã Dulce, que também agrega o Hospital Municipal. O desafio da Fundação do ABC (FUABC), que assumiu a gestão compartilhada com a Secretaria de Saúde de Praia Grande no início de abril, é realizar as obras necessárias sem interromper o atendimento à população. Com mais de 40 anos de experiência em assistência médica, a Fundação administra o hospital desde agosto de 2008 e está ligada à Faculdade de Medicina do ABC.
Ao final de seis meses, o Pronto Socorro estará completamente reestruturado, com atendimento pediátrico, novas salas de emergência e outras melhorias. O projeto contempla duas fases de obras. A primeira, que deve ser concluída até o fim do mês, envolve climatização do ambiente, com cortina de ar na porta de entrada; reparos elétricos e hidráulicos; pintura e manutenção.
A recepção está sendo remodelada e ganhará, ao fundo, uma sala em vidro onde funcionará o setor de Ouvidoria. No balcão central, as funcionárias atenderão em cinco guichês envidraçados, por sistema de senhas e placar luminoso. “A recepção é nosso cartão de visitas. Já mudou radicalmente, com funcionários treinados, credenciados e uniformizados, mas ficará ainda melhor”, explica a administradora do PS, Margarete Menezes. Haverá ainda sala de triagem, criação de fraldário para as mães e brinquedoteca para crianças que acompanham os adultos, com grama sintética e cobertura de policarbonato. No futuro, os voluntários do hospital, denominados Grupo Feliz, estenderão sua atuação à unidade.
Mais complexa, a segunda fase de obras prevê o setor de atendimento em Pediatria e as novas salas de emergência, que vão funcionar no mesmo lugar, mas serão mais amplas e com melhor estrutura. A emergência contará com dois ambientes distintos – um para crianças, outro para adultos - ocupando parte do local para estacionamento de ambulâncias, o que vai proporcionar um ganho em espaço físico. As ambulâncias entrarão pelo mesmo lugar, mas de outra forma. Nesta etapa, o atendimento emergencial será provisoriamente deslocado para outra sala que está sendo adaptada para receber os pacientes.
“Estamos em plena obra, que implica na ampliação de toda a estrutura do PS, envolvidos num grande projeto de aprendizado com o intuito de atender o munícipe da melhor forma. Pedimos compreensão por parte da população porque em um período de dois a três meses teremos barulho e poeira, mas é por melhorias”, explica Margarete.
Hoje quem entra no PS já é atendido por funcionários uniformizados e treinados, dispondo do serviço de Ouvidoria para fazer sugestões, queixas e elogios. Outra novidade é o Serviço Social próprio, que acolhe e orienta pessoas que necessitam de assistência. “A Segurança está envolvida na ajuda ao paciente, para dar informações corretas”, pontua Margarete. Consultórios estão sendo revitalizados e a unidade será informatizada. Aumentaram as equipes médicas, que por atuarem também no hospital têm maior sintonia, e as de enfermagem, com mais enfermeiros e técnicos.
Após a fase de transição do sistema do modelo antigo para o atual, os serviços estão sendo organizados com novos protocolos, em processo de elaboração. “Os fluxos são discutidos para otimizar o atendimento aos pacientes, que ficou mais rápido, mantendo o foco na qualidade”, salienta a coordenadora de Enfermagem, enfermeira Ana Paula Andrade Carvalho. “Nos consultórios, os pacientes são atendidos, medicados e, dependendo da situação, permanecem em observação. Os exames laboratoriais que se fizerem necessários são colhidos e os resultados ficam prontos em duas horas, em média, o que é outro avanço.”
Espera-se uma agilidade ainda maior com a futura adoção de um critério de classificação de risco para agilizar o atendimento aos pacientes mais graves, em risco de morte. “Os pacientes passarão por uma triagem pela qual se verificará se o caso é urgente ou não, se pode aguardar e por quanto tempo”, adianta o superintendente do hospital, Inacio Lopes Júnior.
Esse sistema deverá reduzir a quantidade de casos ambulatoriais, favorecendo pacientes mais urgentes e permitindo rapidez no atendimento. Por dia, ele calcula que o pronto socorro atenda de 600 a 800 pessoas. Pelo novo sistema, os casos serão analisados pela urgência e emergência, identificados por cores, o que garante agilidade e reduz o tempo de espera.
Rapidez no atendimento, organização dos fluxos e novos serviços marcam as primeiras mudanças no Pronto Socorro Central, no Bairro Boqueirão, que há um mês funciona como parte do Complexo de Saúde Irmã Dulce, que também agrega o Hospital Municipal. O desafio da Fundação do ABC (FUABC), que assumiu a gestão compartilhada com a Secretaria de Saúde de Praia Grande no início de abril, é realizar as obras necessárias sem interromper o atendimento à população. Com mais de 40 anos de experiência em assistência médica, a Fundação administra o hospital desde agosto de 2008 e está ligada à Faculdade de Medicina do ABC.
Ao final de seis meses, o Pronto Socorro estará completamente reestruturado, com atendimento pediátrico, novas salas de emergência e outras melhorias. O projeto contempla duas fases de obras. A primeira, que deve ser concluída até o fim do mês, envolve climatização do ambiente, com cortina de ar na porta de entrada; reparos elétricos e hidráulicos; pintura e manutenção.
A recepção está sendo remodelada e ganhará, ao fundo, uma sala em vidro onde funcionará o setor de Ouvidoria. No balcão central, as funcionárias atenderão em cinco guichês envidraçados, por sistema de senhas e placar luminoso. “A recepção é nosso cartão de visitas. Já mudou radicalmente, com funcionários treinados, credenciados e uniformizados, mas ficará ainda melhor”, explica a administradora do PS, Margarete Menezes. Haverá ainda sala de triagem, criação de fraldário para as mães e brinquedoteca para crianças que acompanham os adultos, com grama sintética e cobertura de policarbonato. No futuro, os voluntários do hospital, denominados Grupo Feliz, estenderão sua atuação à unidade.
Mais complexa, a segunda fase de obras prevê o setor de atendimento em Pediatria e as novas salas de emergência, que vão funcionar no mesmo lugar, mas serão mais amplas e com melhor estrutura. A emergência contará com dois ambientes distintos – um para crianças, outro para adultos - ocupando parte do local para estacionamento de ambulâncias, o que vai proporcionar um ganho em espaço físico. As ambulâncias entrarão pelo mesmo lugar, mas de outra forma. Nesta etapa, o atendimento emergencial será provisoriamente deslocado para outra sala que está sendo adaptada para receber os pacientes.
“Estamos em plena obra, que implica na ampliação de toda a estrutura do PS, envolvidos num grande projeto de aprendizado com o intuito de atender o munícipe da melhor forma. Pedimos compreensão por parte da população porque em um período de dois a três meses teremos barulho e poeira, mas é por melhorias”, explica Margarete.
Hoje quem entra no PS já é atendido por funcionários uniformizados e treinados, dispondo do serviço de Ouvidoria para fazer sugestões, queixas e elogios. Outra novidade é o Serviço Social próprio, que acolhe e orienta pessoas que necessitam de assistência. “A Segurança está envolvida na ajuda ao paciente, para dar informações corretas”, pontua Margarete. Consultórios estão sendo revitalizados e a unidade será informatizada. Aumentaram as equipes médicas, que por atuarem também no hospital têm maior sintonia, e as de enfermagem, com mais enfermeiros e técnicos.
Após a fase de transição do sistema do modelo antigo para o atual, os serviços estão sendo organizados com novos protocolos, em processo de elaboração. “Os fluxos são discutidos para otimizar o atendimento aos pacientes, que ficou mais rápido, mantendo o foco na qualidade”, salienta a coordenadora de Enfermagem, enfermeira Ana Paula Andrade Carvalho. “Nos consultórios, os pacientes são atendidos, medicados e, dependendo da situação, permanecem em observação. Os exames laboratoriais que se fizerem necessários são colhidos e os resultados ficam prontos em duas horas, em média, o que é outro avanço.”
Espera-se uma agilidade ainda maior com a futura adoção de um critério de classificação de risco para agilizar o atendimento aos pacientes mais graves, em risco de morte. “Os pacientes passarão por uma triagem pela qual se verificará se o caso é urgente ou não, se pode aguardar e por quanto tempo”, adianta o superintendente do hospital, Inacio Lopes Júnior.
Esse sistema deverá reduzir a quantidade de casos ambulatoriais, favorecendo pacientes mais urgentes e permitindo rapidez no atendimento. Por dia, ele calcula que o pronto socorro atenda de 600 a 800 pessoas. Pelo novo sistema, os casos serão analisados pela urgência e emergência, identificados por cores, o que garante agilidade e reduz o tempo de espera.
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