Técnicos estiveram no comércio sexta-feira (3) e aprovaram providências
A padaria interditada pela Vigilância Sanitária de Praia Grande, no final do mês passado, no Bairro Canto do Forte, foi reaberta nesta sexta-feira (3), após regularizar sua situação. O estabelecimento, que apresentou problemas como presença de insetos e fezes entre alimentos, também solucionou irregularidades na documentação. Parte da culpa pelo quadro encontrado no local foi atribuída, pelo proprietário, a uma dedetizadora da Cidade.
A panificadora havia sido fechada por força de uma denúncia feita à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Além de total falta de higiene, o comércio mantinha um produto proibido por ser cancerígeno, o Amarelo “O”, usado para dar cor a pães e salgados. Ciente dos riscos que impunha aos consumidores, o proprietário corrigiu todas as falhas. Na vistoria para liberação do funcionamento, técnicos da Vigilância Sanitária aprovaram as mudanças.
O comerciante, que atua no bairro à aproximadamente dois anos, reconheceu a responsabilidade pela situação a que chegou sua loja. A presença de ratos e baratas nas prateleiras e ambientes internos teria sido causada pelo mau serviço prestado por uma dedetizadora, que fica no Boqueirão.
Coincidentemente, havia um agendamento de vistoria à empresa para o mesmo dia da desinterdição da padaria. O motivo era conferir se a dedetizadora havia tomado providências sobre pendências sanitárias detectadas anteriormente, o que acabou ocorrendo.
Para evitar que problemas como o citado pelo proprietário da padaria do Canto do Forte venham a ocorrer, o chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Saúde Pública (Sesap), Luiz Marono, orienta os comerciantes a checarem a situação das empresas junto à Vigilância Sanitária. “Ao contratar um serviço de uma empresa de controle de pragas, o comerciante precisa conferir em nosso setor se a dedetizadora tem autorização para funcionar. Se a empresa registrar problemas, nossa orientação será de não concretizar a contratação do serviço”, disse.
Um dos problemas que comerciantes podem enfrentar por contratar empresas clandestinas de dedetização é a contaminação de alimentos. “Uma empresa que não é qualificada para o controle de pragas pode aplicar produtos no estabelecimento sem os cuidados de atingir alimentos. Sem profissionais treinados e que não conheçam o ciclo biológico de insetos e roedores, um produto impróprio pode acabar gerando resistência nas pragas e aí, naturalmente, a resposta ao combate não ocorrerá”, alertou Marono.
De acordo com o chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, além de sofrer interdição pela presença de insetos no estabelecimento, o proprietário pode ser multado em R$ 500,00 por contratar serviços de uma empresa não autorizada a funcionar pela Vigilância Sanitária. Para conferir qual a situação de uma empresa junto ao orgão, basta ligar para o número 3496-2432. Isso também pode ser feito pessoalmente ou pelo e-mail vigilanciasanitaria@praiagrande.sp.gov.br.
A padaria interditada pela Vigilância Sanitária de Praia Grande, no final do mês passado, no Bairro Canto do Forte, foi reaberta nesta sexta-feira (3), após regularizar sua situação. O estabelecimento, que apresentou problemas como presença de insetos e fezes entre alimentos, também solucionou irregularidades na documentação. Parte da culpa pelo quadro encontrado no local foi atribuída, pelo proprietário, a uma dedetizadora da Cidade.
A panificadora havia sido fechada por força de uma denúncia feita à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Além de total falta de higiene, o comércio mantinha um produto proibido por ser cancerígeno, o Amarelo “O”, usado para dar cor a pães e salgados. Ciente dos riscos que impunha aos consumidores, o proprietário corrigiu todas as falhas. Na vistoria para liberação do funcionamento, técnicos da Vigilância Sanitária aprovaram as mudanças.
O comerciante, que atua no bairro à aproximadamente dois anos, reconheceu a responsabilidade pela situação a que chegou sua loja. A presença de ratos e baratas nas prateleiras e ambientes internos teria sido causada pelo mau serviço prestado por uma dedetizadora, que fica no Boqueirão.
Coincidentemente, havia um agendamento de vistoria à empresa para o mesmo dia da desinterdição da padaria. O motivo era conferir se a dedetizadora havia tomado providências sobre pendências sanitárias detectadas anteriormente, o que acabou ocorrendo.
Para evitar que problemas como o citado pelo proprietário da padaria do Canto do Forte venham a ocorrer, o chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Saúde Pública (Sesap), Luiz Marono, orienta os comerciantes a checarem a situação das empresas junto à Vigilância Sanitária. “Ao contratar um serviço de uma empresa de controle de pragas, o comerciante precisa conferir em nosso setor se a dedetizadora tem autorização para funcionar. Se a empresa registrar problemas, nossa orientação será de não concretizar a contratação do serviço”, disse.
Um dos problemas que comerciantes podem enfrentar por contratar empresas clandestinas de dedetização é a contaminação de alimentos. “Uma empresa que não é qualificada para o controle de pragas pode aplicar produtos no estabelecimento sem os cuidados de atingir alimentos. Sem profissionais treinados e que não conheçam o ciclo biológico de insetos e roedores, um produto impróprio pode acabar gerando resistência nas pragas e aí, naturalmente, a resposta ao combate não ocorrerá”, alertou Marono.
De acordo com o chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, além de sofrer interdição pela presença de insetos no estabelecimento, o proprietário pode ser multado em R$ 500,00 por contratar serviços de uma empresa não autorizada a funcionar pela Vigilância Sanitária. Para conferir qual a situação de uma empresa junto ao orgão, basta ligar para o número 3496-2432. Isso também pode ser feito pessoalmente ou pelo e-mail vigilanciasanitaria@praiagrande.sp.gov.br.
Nenhum comentário:
Postar um comentário