quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Irmã Dulce vai receber ambulatório pré e pós-cirúrgico

O serviço, que ainda é prestado pelo Cemas, passará a funcionar no hospital 



Em breve pacientes da rede básica que aguardam para fazer cirurgias eletivas (não emergenciais), no Hospital Municipal Irmã Dulce, passarão pelo ambulatório de pré e pós-operatório, o que proporcionará mais agilidade e comodidade. O serviço será transferido do Centro de Especialidades Médicas, Ambulatoriais e Sociais (Cemas), onde atualmente funciona, para uma área do Complexo de Saúde Irmã Dulce (que agrega o Pronto-Socorro Central e é gerenciado pela Fundação do ABC - FUABC). A obra de adaptação já começou e deve ser concluída até o fim de outubro.
Com acesso pela Rua Dair Borges, ao lado da entrada de funcionários, o novo ambulatório contará com recepção com porta de vidro, quatro consultórios, uma sala de curativo, sanitário adaptado e rampa para portadores de necessidades especiais. O ambiente será climatizado. O piso, em porcelanato, e as paredes claras contrastam com o tom de verde mostarda de paredes texturizadas, proporcionando um clima de acolhimento. Na parte externa, a mureta divisória terá floreiras.
Além do conforto nas instalações, a mudança proporcionará mais agilidade - já que as equipes médicas que operam são as mesmas que atendem no ambulatório - e comodidade aos pacientes, deslocados para um só lugar.
Ortopedia - A diretora técnica do hospital, Maria Alice Tavares da Silva, informa que, em um primeiro momento, somente a área de ortopedia, que exige uma maior infraestrutura, continuará no Cemas. “Mas futuramente a ideia é também absorvê-la”, explica. O projeto arquitetônico prevê essa expansão.
Não haverá mudança no sistema de atendimento; o protocolo continuará o mesmo: serão atendidos somente pacientes das unidades básicas encaminhados para cirurgia. No ambulatório, as guias são preenchidas; os pacientes, avaliados; e os exames pré-operatórios solicitados. Depois disso, eles são informados das datas agendadas para a realização do procedimento no Centro Cirúrgico do hospital, afastadas quaisquer contra indicações.
Desde que a Fundação do ABC (FUABC) assumiu o hospital, as cirurgias eletivas tiveram forte impulso para atender toda a demanda e atingir a meta de zerar filas de espera. Por falta de instalações adequadas no hospital, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesap) cedeu espaço no Cemas para funcionar como ambulatório. A criação de uma estrutura específica vem atender a essa necessidade.

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